Uma jornada em grupo para o conhecimento

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Núcleos do programa Empreender atestam que busca por qualificação e reciclagem de informações pode ser feita em grupo; isso se traduz em transparência e aumento da qualidade dos serviços

De dois cursos a negócio bilionário, a trajetória da Unicesumar

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Da sua sala, no sexto andar do prédio da reitoria em Maringá, o reitor Wilson de Matos Silva acompanha, pelas câmeras de segurança projetadas num telão, a movimentação de alunos e colaboradores nos cinco campi da Unicesumar. Além da sede em Maringá, a instituição conta com estruturas presenciais em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa, no Paraná, e Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Na educação a distância, são 900 polos espalhados pelo Brasil. Somadas, as duas modalidades contabilizam 325 mil alunos.

Antes do perigo bater à porta

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Contratação de seguro minimiza prejuízos, como atestam as famílias que perderam entes para doenças e produtores que enfrentaram seca no milho safrinha; seguros para riscos cibernéticos e vazamento de dados tiveram aumento substancial de contratações

Fábrica de vacinas em Maringá

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Maringá poderá ter uma fábrica de vacinas, se o governo federal autorizar. A informação foi do secretário-chefe da Casa Civil do Paraná, Guto Silva, que esteve na ACIM em 19 de agosto. Em reunião com empresários, deputados, prefeito Ulisses Maia e secretários municipais, Silva destacou que o governo do Paraná tem pleiteado a instalação da planta industrial. Se isso se concretizar, será a terceira fábrica de vacinas do Brasil, ao lado do Instituto Butantan e da Fiocruz. Na reunião, o secretário-chefe também falou que a operadora TIM deverá fazer, no Paraná, os testes para a internet 5G. Ainda em Maringá, Guto Silva participou da cerimônia da entrega de viaturas para a Polícia Militar.

Velocista paralímpico mais rápido do mundo

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É de um maringaense de coração o recorde mundial paralímpico na classe T63, para amputados de perna acima do joelho. O recorde na categoria 100 metros rasos é do atleta Vinícius Rodrigues, que disputará as Paraolimpíadas de Tóquio, em agosto. “A expectativa é conquistar a medalha de ouro, só vivo pensando nela”, conta.
A maior conquista do paratleta foi em 2019, no Open Internacional de Atletismo e Natação, em São Paulo, como o velocista paralímpico mais rápido da história, com o tempo de 11s95. “Ser o primeiro do mundo dá segurança de que estou fazendo do jeito certo”, comenta. Foi também em 2019 que o atleta subiu ao pódio pela primeira vez, ao ganhar medalha de bronze no Mundial de Atletismo Paralímpico de Dubai.
Rodrigues nasceu em Rosana/SP em 1994, e se mudou para Maringá aos dez anos. Aos 19 anos, sofreu um acidente de moto e teve a perna esquerda amputada para evitar complicações. O início no esporte veio de uma visita inesperada: Terezinha Guilhermina, atleta paralímpica brasileira que coleciona medalhas, foi ao encontro dele no hospital e o inspirou a ingressar no esporte. “A Terezinha me presenteou com um moletom que ela competiu em Pequim, o que acendeu uma chama grande, senti como se tivesse sido abençoado”, lembra. Além de Terezinha, o atleta se inspira no alemão Heinrich Popow, campeão paralímpico que também teve parte de uma perna amputada.
Para quem quer ser campeão no esporte, Rodrigues aconselha: “se prepare, porque o esporte vai te moldar. Assim como no ambiente corporativo, é preciso ser competitivo e dar o melhor. Seja positivo e tenha fé, ainda mais se não tiver muito incentivo no começo, mas vai plantando que uma hora chega”.