
Seleção é resultado de obstinação, determinação e renúncia
De 14 de setembro a 6 de outubro acontece a Copa do Mundo de Futsal da Fifa de 2024, no Uzbequistão, e o Brasil vai em busca do hexacampeonato sob o comando de Marcos Xavier Andrade, o Marquinhos Xavier.
Há seis anos, ele treina a seleção brasileira e por isso vive na ponte aérea Rio Grande do Sul-Rio de Janeiro. A cada 15 dias ele viaja para o Rio para cumprir uma agenda de reuniões. É lá que faz as convocações de atletas. “É um cargo meio solitário porque o convívio é pequeno. O lado bom é que passo mais tempo com a minha família”, comemora o técnico, depois de anos de renúncia para alcançar a excelência na carreira.
Por quatro vezes ele foi indicado a Melhor Treinador do Mundo no Futsal Awards, sendo três por clubes (2015, 2017 e 2018) e uma por seleções (2019), quando ficou na segunda posição. Mesmo figurando entre os melhores, a badalação e as cifras financeiras não se comparam as do futebol. “O futsal tem um DNA interiorano. Ele chega pouco às capitais porque elas possuem equipes de futebol que são predadores da nossa modalidade e ficam com os grandes investimentos”.
Em 25 de março, Marquinhos Xavier marcou presença no Prêmio Acim Esportes, quando falou sobre “a pressão é um privilégio para poucos”. Durante a passagem pela cidade, o treinador também conversou com a Revista Acim:








